Caderno Basicx / Trabalho temporário
Da presença ao faturamento.
Como construímos a camada de inteligência de uma agência de trabalho temporário.

Uma agência de trabalho temporário administra três coisas ao mesmo tempo: pessoas em campo, prazos legais e um faturamento que muda todo mês. Cada uma vive num sistema diferente. A folha está no ERP. A presença está nos relógios de ponto. A regra comercial está no contrato.
Juntar os três, todo mês, para cada cliente, era trabalho manual. A Basicx construiu, com uma agência que opera milhares de temporários como design partner, uma plataforma que faz essa junção com um princípio só: a evidência decide.
Radar de Ponto: quem está no posto agora?
O Radar lê os relógios de ponto de cada operação e mostra a presença do dia, unidade por unidade. Estreia confirmada. Relógio que parou. Ausência recorrente.
O sistema classifica sozinho o que consegue e entrega ao preposto só a exceção que exige olho no posto. Um relógio mudo vira um caso, com as pessoas afetadas, e não dezenas de alertas.
Ciclo do Temporário: qual o prazo legal de cada pessoa?
Todo contrato temporário tem um relógio legal: limite de dias, prorrogação e quarentena antes de uma nova contratação na mesma tomadora. O Ciclo acompanha cada pessoa em cada tomadora, soma contratos encadeados e avisa o DP antes do vencimento, da prorrogação e da quarentena.
Risco de vínculo tratado no calendário, não no processo.
Revenue OS: o que cobrar de cada tomadora, e de onde veio cada valor?
O faturamento nasce do contrato e da folha. Para cada unidade operacional, o sistema monta o demonstrativo linha por linha, com a origem ao lado de cada valor: qual item do contrato, qual evento da folha.
Quando a evidência não basta, ele não arbitra: marca o item como pendente e segue. Quem gera não aprova. O demonstrativo sai conferido e defensável, pronto para o cliente.
Por baixo
- Integra ao seu ERP ou sistema de folha e aos relógios que a agência já tem. Nada é redigitado.
- Cada equipe vê só o que é sua, e vê tudo o que é sua. O escopo por cliente é imposto na API, não escondido na tela.
- Dados pessoais circulam tokenizados. CPF e nome nunca saem da base em claro: cada pessoa vira um token, e é o token que atravessa cálculo, relatórios, logs e a camada de IA. O dado em claro só aparece na tela para quem tem o perfil e o escopo, e cada leitura fica na trilha, com quem leu e quando.
- Cada regra comercial é um arquivo versionado, editável por quem conhece o contrato, não por quem programa.
- Cada etapa pode dizer não, e o motivo é sempre nomeado. O sistema prefere entregar zero a entregar um número que ninguém consegue defender.
IA com julgamento tipado
Nem tudo que chega à agência vem estruturado. A descrição de uma ordem de serviço, o e-mail em que o cliente devolve o demonstrativo com ressalvas, a nota fiscal que não diz a que competência se refere: é texto livre.
Para isso a plataforma usa o Jev, da TypeSafe: um modelo que transforma texto em julgamentos tipados, com confiança declarada, que o código consome como qualquer outro dado. O Jev lê o texto e diz "esta nota se refere à operação X, competência Y"; a aritmética continua no código, e a decisão continua com a pessoa.
A regra é uma só: a IA propõe, nunca decide. Toda proposta chega à tela com a evidência de onde saiu, e só vira regra depois que alguém confirma. O resultado é uma fila de conferência que já chega pré-lida, sem que nenhum valor de faturamento dependa de um palpite.
O que muda para a agência
- Fechamento mais curto.
- Demonstrativo que o cliente confere sem ida e volta.
- Prazo legal sem susto.
- Uma trilha que responde, para qualquer valor, de onde ele veio.
Basicx
Construímos verticais de software com um design partner que opera o problema de verdade. Workforce Intelligence & Revenue Assurance é a primeira. Se a sua agência quer ver a plataforma rodando, fale com a gente.
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